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Em penitenciária em Cuiabá, presos têm grupo de mensagens do crime


Em penitenciária em Cuiabá, presos têm grupo de mensagens do crime

Criador do grupo, Luciano Mariano da Silva, o Marreta, controla do presídio crimes praticados no Mato Grosso pela principal quadrilha do Rio de Janeiro.
Edição do dia 20/08/2017
20/08/2017 22h33 - Atualizado em 20/08/2017 22h33
Em penitenciária em Cuiabá, presos têm grupo de mensagens do crime
Criador do grupo, Luciano Mariano da Silva, o Marreta, controla do presídio crimes praticados no Mato Grosso pela principal quadrilha do Rio de Janeiro.
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Investigação exclusiva revela uma cadeia brasileira onde os presos têm um mercadinho à disposição e usam celulares tranquilamente. Os bandidos formaram até um grupo em um aplicativo de troca de mensagens, para combinar os crimes. Chamado "Marreta Progresso 157" (157 é o artigo do "Código Penal" para roubo), o assunto principal do grupo é roubo de carros.
O criador do grupo é Luciano Mariano da Silva, apelido: Marreta. Condenado à prisão por 56 anos por tráfico e roubo, ele está na Penitenciária Central de Mato Grosso, em Cuiabá, a maior cadeia do estado. Segundo a polícia, ele controla do presídio os crimes praticados no estado pela principal quadrilha do Rio de Janeiro. Criou até uma poupança do crime. Descrição do Vídeo[+]

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